Semana 12: Série B

Série B Semana 12: Um Tour por Dados e Caos
Não torço por times. Torço por padrões. E a Semana 12 da Série B? Foi caos com poesia estatística.
30 jogos concluídos — sim, você leu certo — cada um carregando peso. Não só em pontos, mas em mudanças de ritmo. A liga está mais apertada que um sistema SportVue bem ajustado.
Desde 17 de junho, estou analisando esses dados. Quer estatísticas? Tenho. Quer drama? Três jogos decididos por pênaltis (não reais — mas virtuais no meu planilha).
A Pirâmide Invertida: Defesa vence títulos
Olhe os quatro primeiros: Curitiba (2–0 vs Volta Redonda), Goiás (4–0 vs Avaí), Criciúma (3–1 vs Ferroviária). Todos com goles limpos em vitórias grandes.
Mas a chave? Nove dos 30 jogos terminaram com diferença de um gol. Não é coincidência — é tendência. A média de saldo de gols por partida? +0,45. Mais como xadrez do que briga.
Defesa não é glamorosa… mas paga dividendos quando o acesso está em jogo.
A Estatística Fantasma: Posse ≠ Controle
Alguns ainda acham ‘mais toques = melhor’. Errado.
Goiás venceu Avaí por 4–0 — sua posse caiu para 58%, mas marcou quatro vezes e criou cinco chances perigosas (segundo métricas Opta). Enquanto isso, Botafogo SP manteve cerca de 65% da bola contra Criciúma… e perdeu por 2–1.
Minha regra: se seu xG for acima de 1,8 por jogo, você é perigoso — mesmo sem posse.
O Sussurro do Underdog – Estratégias de Figueirense & Co.
Ferroviária empatou com gigantes como Vila Nova e Atlético Mineiro — mesmo tendo apenas 43% de posse média nos dois jogos.
Como? Atacando zonas fracas: cruzamentos do flanco esquerdo profundo (6 cruzamentos bem-sucedidos), pressão alta após recuperação sob pressão (tempo médio de gatilho segundos) e rotinas constantes em escanteios baseadas nas análises do ESPN da temporada passada.
Eles não vencem pela arte — vencem pela análise.
E Então Veio… A Milagre do Último Minuto
Você já sentiu aquilo quando seu modelo prevê zero gols… e um cai no fim do tempo? Isso aconteceu com Amazon FC vs Vila Nova: gol aos #93:47, com Rony — longe demais das previsões dos meus modelos.
Na verdade, entre os gols finais desta semana:
- Apenas um veio de uma expectativa maior que 0,7;
- Três foram assistidos após jogadas superiores a dez segundos;
- E dois ocorreram durante atrasos climáticos no streaming causados por buffering (sem relação direta — mas hilário). The ponto é: futebol não segue modelos perfeitamente — às vezes ri deles.
O Que Isso Significa para a Corrida pelo Acesso
The corrida não é mais sobre ataques chamativos — é sobre consistência sob pressão, disciplina nas transições, análise para substituições, e até resiliência mental durante revisões do VAR (que agora levam média de 98 segundos — abaixo do pesadelo do ano passado). The líderes não são só talentosos — são inteligentes.* Os concorrentes estão aprendendo rápido.* A zona perigosa? Times como Juventude ou Oeste que continuam perdendo partidas apertadas apesar dos números sólidos — aí começa o nervosismo nos gráficos de finalizações. Presto atenção nisso — e você também deveria.
StatManWindy

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